 Eles relutam em admitir a doença e procurar tratamento. Por isso, são mais vulneráveis a desenvolver casos graves que podem culminar em dependência de drogas e até mesmo suicídio A depressão atinge o dobro de mulheres em relação aos homens, mas isso não torna esse indicativo menos grave para a ala masculina. Ao contrário, algumas características do comportamento masculino trazem índices preocupantes: eles demoram duas vezes mais a procurar ajuda médica e, quando chegam aos consultórios, muitas vezes a doença já está em estágio grave. Isso se deve, principalmente, a três fatores: · biológico, uma vez que a testosterona (hormônio masculino conhecido como “o hormônio da interação social”), quando em níveis normais, protege as funções neurológicas e comportamentais. Ou seja, torna os homens mais resistentes aos altos e baixos emocionais. · cultural: eles relutam em falar de sentimentos com amigos e familiares e procurar ajuda de um especialista (psicólogo ou psiquiatra); · e ainda social, já que a depressão é considerada por algumas pessoas um sinônimo de fraqueza, o que é ainda mais grave para os homens, que sentem a masculinidade afetada quando chamados de fracos -- consideram que isso é “coisa de mulher”.
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 Espirrar, tossir e assoar o nariz são práticas comuns nesta época do ano. Enquanto as temperaturas caem nas ruas, a do corpo aumenta. Surgem as febres, dores de cabeça e indisposições. Assim, as gripes e os resfriados tornam-se vilões da mudança de clima, e as vítimas, na maioria das vezes, são as crianças. Basta uma visita rápida aos centros de saúde, unidades de pronto atendimento (UPAs) e hospitais públicos ou particulares de Belo Horizonte para constatar que os pequenos são os pacientes da vez e representam um aumento de até 40% na demanda por consulta pediátrica. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, de janeiro a maio, houve aumento de 30% a 60% nas UPAs em assistência às crianças com doenças respiratórias. De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, cerca de 180 pessoas (crianças, idosos e adultos) morreram no Brasil, em 2006, por causa da gripe e suas complicações.
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Conheça os sintomas, como ocorre o contágio e como evitá-lo. Já há drogas capazes de combater o vírus, diz órgão americano. A gripe suína uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A que causa regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Saiba o que conhecemos desta doença.
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 Pode-se dizer que a depressão é um dos males da sociedade moderna. Essa doença, que altera a maneira como a pessoa vê o mundo, sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente disposição e prazer em viver, sempre existiu, mas com a mudança de conceitos e hábitos de vida fez com que se proliferasse mais intensamente.
Estima-se que 121 milhões de pessoas ao redor do mundo estejam, neste momento, deprimidas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é a quarta causa global de incapacidade, sendo responsável pela metade das doenças mentais existentes no mundo.
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 PREVENÇÃO Por que se preocupar com o câncer de intestino?
O câncer de intestino, embora possa ser prevenido, é um dos cânceres mais frequentes no mundo. No Brasil, ele é o 4o. câncer mais diagnosticado. Segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional do Câncer), este tipo de câncer acometeu mais de 27 mil pessoas, em 2008, somente no Brasil.
Quando o seu diagnostico ocorre em fases iniciais, é frequentemente curável.
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 A competitividade profissional, estresse, poluição sonora, obesidade e outros fatores têm aumentado as queixas de problemas relacionados ao sono. Os três principais distúrbios são insônia, roncos e apnéias. Há, no entanto, uma série de comportamentos que podem influenciar positivamente e melhorar a qualidade desse repouso tão necessário.
A insônia é o problema mais comum no mundo inteiro. É caracterizado pela dificuldade de dormir e manter o sono. Segundo Andréia Julião, neurofisiologista clínica integrante da Associação Brasileira do Sono, essa doença começa de forma situacional. “Algum problema grave desencadeia preocupações e gera dificuldade de dormir. Depois de algum tempo, a pessoa começa a se preocupar se vai conseguir dormir, o que é péssimo, e assim a insônia se torna crônica”, explica a especialista.
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 A tuberculose ainda é um problema de saúde pública no Brasil, segundo a OMS, a tuberculose apresenta-se atualmente como uma emergência mundial. Nos últimos anos, o Brasil tem registrado um coeficiente de incidência em torno de 50/100 mil habitantes. Entre os grupos com maior risco de adoecer por tuberculose está a população carcerária, que enfrenta nos presídios as condições favoráveis para a disseminação da doença, ou seja, aglomeração e precárias condições de higiene. Além disso, há o crescente número de infectados pelo vírus da imunodeficiência humana, o HIV, contribuindo para o aumento dos casos de tuberculose. A principal razão para o alto índice de doenças contagiosas nas prisões é a superlotação e, nesse aspecto, o Brasil com uma média de três presos por vaga, tem uma das maiores taxas do mundo, perdendo apenas para China e Bulgária (Reuters, 2001). Tal situação, observada em várias partes do país, constitui-se em ambiente propício à proliferação do M. tuberculosis, significando uma incidência supostamente maior do que na sociedade livre.
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 Quando começam a aparecer os cabelos brancos, costumamos culpar o estresse. Mas a ligação entre o cabelo branco e o estresse psicológico ainda não tem a sustentação de estudos científicos. Apesar de a chegada dos cabelos brancos ser previsível, a forma como e por que o cabelo envelhece ainda não é bem conhecida. No mês passado, uma equipe de pesquisadores europeus alcançou uma espécie de momento "eureca". Eles estavam estudando um defeito genético chamado vitiligo, que faz com que pedaços da pele não tenham pigmento. Pessoas com vitiligo têm atividade baixa de catalase, uma enzima que decompõe o peróxido de hidrogênio, resultando em níveis elevados dessa substância na pele.
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 Há três anos, a saúde da criança brasileira ganhou um reforço com a incorporação da vacina contra o rotavírus no Calendário Básico de Vacinação da Criança. O vírus é uma das principais causas de gastroenterite e provoca a maior parte dos óbitos em crianças menores de cinco anos. Em Belo Horizonte, a medida já reflete no número de internações: em 2006, foram internadas 1.500 crianças nessa faixa etária com gastroenterite, ao passo que, no ano passado, o número caiu para 600 internamentos. Em termos percentuais, a queda foi de 60% no total de internações.
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