Baixo consumo de água aumenta risco de obesidade

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Faz tempo que a ciência conhece os benefícios do consumo de água para uma boa saúde. Agora, um novo estudo sugere que até a obesidade pode estar relacionada à ingestão inadequada do líquido. De acordo com a pesquisa, publicada recentemente no periódico científico Annals of Family Medicine, pessoas que tomam pouca água diariamente correm um risco 50% maior de ficar acima do peso, em comparação com aquelas que ingerem a quantidade ideal.
Pesquisadores da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, analisaram 9.528 adultos, com idade entre 18 e 64 anos, participantes de uma pesquisa nacional realizada pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês). Os dados incluíam informações sobre a dieta, ingestão de água e nível de hidratação dos participantes, medido por meio da concentração da urina.
Os resultados mostraram que cerca de 33% dos participantes não estavam adequadamente hidratados. Além disso, as pessoas que estavam desidratadas tendiam a ter um índice de massa corporal (IMC) maior do que as hidratadas. De acordo com os autores, embora a associação entre hidratação e peso não esteja clara, ela vai de encontro às recomendações atuais que afirmam que manter-se hidratado pode ajudar a perder peso, já que, muitas vezes, o corpo interpreta a sensação de sede como fome.
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'Segunda pele' criada por cientistas

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O material, desenvolvido por pesquisadores de Harvard e do MIT, promete reduzir temporariamente a flacidez da pele e eliminar as bolsas abaixo dos olhos.
Cientistas americanos desenvolveram uma "segunda pele" que reduz temporariamente a flacidez da cútis e elimina bolsas nos olhos. A descoberta foi publicada na segunda-feira no periódico especializadoNature Materials.

O material de polímero transparente foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e de Harvard, nos Estados Unidos, e pode oferecer não só benefícios cosméticos, mas também proteger peles sensíveis de eczemas e dermatite.
"É uma camada invisível que pode funcionar como uma barreira e oferecer melhorias cosméticas", disse o pesquisador Daniel Anderson, professo-adjunto no departamento de Engenharia Química do MIT.
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Queda de cabelo - Causas e Tratamentos

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A perda dos cabelos é um problema comum e que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Em primeiro lugar é fundamental que se faça uma
distinção entre queda de cabelo e calvície.Homens,em geral, são os mais afetados pela calvície ou alopécia androgenética, embora muitas mulheres também sofram deste problema. A calvície é a falta de cabelos na cabeça e inúmeros fatores podem causar perda dos cabelos.
Dependendo da causa, há maneiras diferentes de lidar com o problema. A calvície masculina, o tipo mais comum, por exemplo, tem diversos tipos de tratamento, porém muitas pessoas acabam optando por não realizar nenhum tipo de tratamento e “assumem” a própria calvície. A perda dos cabelos pode ser progressiva, no caso da calvície masculina, mas também pode acontecer de repente, no caso da alopécia areata. Pode acometer somente o couro cabeludo, mas também pode atingir todo o corpo. Alguns tipos de alopécia são apenas temporários, já outros são permanentes.
Por outro lado, a queda de cabelo é uma queixa mais comum entre as mulheres e, quando patológica, tem diversas causas, como por exemplo doenças da tireoide, deficiência de ferro, amamentação, doenças infecciosas e autoimunes, entre outras. A causa exata da perda de cabelo vai determinar a quantidade de cabelo perdido, a velocidade com que isso acontecerá e que locais do corpo sofrerão mais com a perda de fios.
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Escherichia coli - desarranjos gastrointestinais

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Escherichia coli é o nome de uma bactéria que habita o intestino de animais endotérmicos, cuja presença pode indicar aspectos relativos à qualidade da água e de alimentos. A E. coli também pode provocar doenças, como infecções urinárias, diarreia e a colite hemorrágica e síndrome hemolítico-urêmica.

A Escherichia coli é uma bactéria na forma de bastonete, e anaeróbia facultativa. Seu habitat primário é o trato gastrintestinal de humanos e outros animais endotérmicos (“de sangue quente”). É considerada um indicador de qualidade de água e alimentos através da análise de coliformes fecais: nome dado a um grupo de bactérias que habita o intestino dos referidos animais.
Grande parte da população desse grupo é formada pela Escherichia coli e, dessa forma, sua presença sugere a possibilidade de haver, naquele local, micro-organismos intestinais capazes de provocar doenças.
Geralmente a bactéria em questão habita o intestino sem causar problemas de saúde. No entanto, ao se direcionar para a circulação sanguínea ou outras regiões do corpo, é capaz de provocar infecções.
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Canabidiol e THC - anvisa libera importação

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Anvisa publicou uma resolução que autoriza a prescrição e importação de medicamentos que contenham derivados da maconha(Hugo Ortuño/EFE)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a prescrição médica e a importação, por pessoa física, de medicamentos e produtos com canabidiol e tetrahidrocannabinol (THC) em sua formulação, desde que exclusivamente para uso próprio e para tratamento de saúde.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira 21 de março de 2016.
Por meio de nota, a Anvisa destacou que os produtos não foram registrados no país e, portanto, não têm sua segurança e eficácia avaliadas e comprovadas pela vigilância sanitária brasileira.
A agência alertou que, por essa razão, os produtos à base de canabidiol e THC podem causar reações adversas inesperadas.
"Muitos desses produtos não são registrados como medicamentos em seus países de origem, não tendo sido, portanto, avaliados por qualquer autoridade sanitária competente. Assim sendo, não é possível garantir a dosagem adequada e a ausência de contaminantes e tampouco prever os possíveis efeitos adversos, o que implica riscos imprevisíveis para a saúde dos pacientes que os utilizarão", informou.
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Pano branco - Pitiríase versicolor

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A pitiríase versicolor é uma micose de pele muito comum provocada pelo fungo do gênero Malassezia. A pitiríase versicolor também é conhecida pelos nomes pano baco, micose de praia ou tínea versicolor.
O pano branco não é uma doença contagiosa, portanto não há transmissão do fungo de uma pessoa para outra. Esta micose também não tem relação com falta de higiene ou contato com locais de uso público, tais como piscinas, banheiros ou vestiários.

O QUE É PANO BRANCO – COMO SURGE A PITIRÍASE VERSICOLOR
Como já referido na introdução do artigo, a pitiríase versicolor é uma micose de pele provocada provocada pelo fungo Malassezia. A espécie mais comum é a Malassezia globosa, mas muitos casos também são causados pela Malassezia furfur.
As lesões da pitiríase versicolor costumam se apresentar como machas hipopigmentadas (mais claras que a pele), daí da doença também ser chamada de pano branco. O termo micose de praia, muito usado para descrever essa micose de pele, surgiu pelo fato das lesões tornarem-se mais aparentes após a exposição solar. Este fato ocorre porque, ao contrário das lesões, a pele sadia ao seu redor consegue se bronzear normalmente, aumentando o contraste entre as duas regiões.
Todavia, o termo micose de praia não é o mais adequado, pois pode levar à falsa impressão de que a pitiríase versicolor possa ser adquirida na praia. Na verdade, ninguém “pega” pano branco uma vez que o fungo Malassezia costuma ser um germe da flora microbiana natural da nossa pele. Só para se ter uma ideia, a Malassezia pode ser encontrada em cerca de 20% das crianças e em mais de 90% dos adultos.
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Mal de Lyme ou Doença do Carrapato

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O que é Doença de Lyme?
A doença de Lyme é uma infecção bacteriana transmitida por carrapatos, muito comum na América do Norte e na Europa.
Ela recebe esse nome por conta dos diversos casos que ocorreram em 1997 na cidade de Lyme, em Connecticut (EUA). Pelo fato de um dos principais sintomas ser inchaço e dor nas articulações, acreditava-se que era artrite. Porém, como os casos eram agudos (os sintomas desapareciam) e afetavam apenas adolescentes, os pacientes foram estudados e a doença de Lyme foi descoberta. Apesar disso, acredita-se que a doença seja muito mais antiga.

Causas
A doença de Lyme é causada pela bactéria Borrelia burgdorferi, mas a transmissão se dá por meio de carrapatos. São eles que carregam essas bactérias e que podem transmiti-las para os seres humanos por meio de picadas. Os carrapatos são marrons e aderem na pele, onde podem permanecer por bastante tempo enquanto sugam o sangue do hospedeiro. Os locais preferidos do corpo humano para os carrapatos são axilas, couro cabeludo e região da virilha.
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Alzheimer pode ser transmissível?

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A doença de Alzheimer pode ser transmitida durante alguns procedimentos médicos, como cirurgia, de acordo com os resultados de um estudo publicado nesta terça-feira 26 de janeiro de 2016, no periódico científico Swiss Medical Daily. No estudo, foram encontrados sinais de Alzheimer no cérebro de sete pacientes que haviam morrido de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma encefalopatia espongiforme transmissível de caráter neurodegenerativo que acomete os humanos e não tem cura. As informações são da revista científica Nature.
Os pesquisadores suíços e austríacos realizaram autópsias no cérebro das sete pessoas que haviam morrido em decorrência da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Esses pacientes foram infectadas com a rara condição décadas antes de morrerem, após receberem enxertos cirúrgicos de dura-máter (membrana que cobre o cérebro e a medula espinhal). Estes enxertos, preparados a partir de cadáveres humanos, estavam contaminados com a proteína príon que causa a doença.
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Zika Vírus - Sintomas e Tratamento

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Transmitido por um mosquito já bem conhecido dos brasileiros, o Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre deste ano, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.
Porém, no dia 28 de novembro o Ministério da Saúde confirmou que quando gestantes são infectadas por este vírus podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode vir associada a danos mentais, visuais e auditivos.
A chegada do vírus ao Brasil elevou o número de nascimentos de crianças com microcefalia de 147, no ano passado, para mais de duas mil crianças este ano. Por enquanto, na maioria destes casos, a relação com o Zika ainda está sendo investigada. Os casos de microcefalia relacionados a gestantes infectadas pelo vírus foram confirmados em 134 crianças que nasceram com a malformação. O Nordeste do país concentra o maior número de registros.
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