Três vezes por semana, durante 35 minutos, o aposentado Vasco de Carvalho, 75 anos, é orientado por uma fisioterapeuta numa série de exercícios de alongamento que o ajudam a reduzir os sintomas e a evolução do Mal de Parkinson.
Nos outros dias, ele não dispensa, mesmo sozinho, em casa, repetir as atividades. “Se eu ficar parado, a minha vida torna-se mais difícil. Os tendões ficam rígidos e bate o desânimo, sem vontade de fazer nada”, diz.
Portador da doença há 10 anos, o aposentado descobriu que a fisioterapia é uma das alternativas para melhorar a qualidade de vida de quem tem essa patologia degenerativa. O tratamento, iniciado logo após a descoberta da doença, garantiu, segundo ele, os resultados positivos comemorados hoje.



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