As mulheres terão oportunidade de melhorar a performance na cama e, em consequência, a qualidade de vida
A pílula do prazer feminino pode chegar às farmácias até o fim do próximo ano. O remédio pode beneficiar cerca de 10% das mulheres no país, que sofrem de Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo (TDSH), caracterizado pela diminuição ou ausência total de libido.
Depois de serem rotuladas de "frígidas" pela sociedade, as mulheres afetadas pelo TDSH terão oportunidade de melhorar a performance na cama e, em consequência, a qualidade de vida.
O novo medicamento atua no sistema nervoso central e promete duplicar o número de relações sexuais satisfatórias. Se durante um mês, por exemplo, ela tiver 10 relações sexuais e apenas um orgasmo, esse número, teoricamente, deve pular para dois. O remédio pode ser melhor que o Viagra masculino para quem não encontrou ajuda em outros tratamentos.



Sexologia


À medida que os anos de casamento passam, a crise sexual é algo inevitável? A psicóloga e terapeuta sexual do Instituto Paulista de Sexualidade, Luciane Secco, acredita que tal situação não acontece necessariamente. “Os casais que se sentem motivados a ficar juntos têm instrumentos para reinventar a relação ao longo do tempo, reciclando e renovando a rotina diária”, explica. 