 Uma das causas mais comuns de consultas a especialistas em reumatologia pediátrica (cerca de 25%), as “dores do crescimento” ainda causam muita controvérsia entre os especialistas, especialmente por não ter causa conhecida. Segundo o dr. Fábio Ravaglia, as chamadas “dores do crescimento” foram diagnosticadas em 1823, pelo médico Duchamps. “Essa denominação é originada pelo fato de o problema acometer crianças e jovens de três a quinze anos — período de crescimento — que reclamam de dores nos membros inferiores, no final da tarde ou à noite”, esclarece o ortopedista Fabio Ravaglia.
De acordo com o ortopedista, o exame clínico geralmente mostra que a criança não possui nenhuma doença aparente, nem sinais de inflamação articular. “Ainda assim, é importante ressaltar que apesar da causa não conhecida, as dores do crescimento são reais”, afirma o ortopedista.
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 Estoques do Hospital Odilon Behrens e da Maternidade Odete Valadares, em BH, estão baixos e precisam de reforço. Mães que amamentam, não fumam e não bebem podem contribuir
Enfermeira Marzi de Abreu mostra geladeira praticamente vazia, no Odilon Behrens, onde há apenas quatro litros para alimentar bebês até terça-feira Na porta do Banco de Leite do Hospital Municipal Odilon Behrens, no Bairro São Cristóvão, na Região Noroeste de Belo Horizonte, o cartaz adverte: “Para você é leite, para a criança é vida.” Apesar do aviso, a maternidade continua sofrendo com a escassez de leite humano.
Ontem, havia apenas quatro litros armazenados no freezer, o suficiente para alimentar os bebês somente até terça-feira. A cada mês, são necessários 30 litros de leite materno, mas há um déficit de cerca de 30%. As doações rendem 19 litros/mês, em média. O restante é conseguido em outros bancos ou é usado o leite artificial.
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 O Ministério da Saúde adverte: preconceito faz mal. Um em cada cinco homens terá câncer de próstata simplesmente por tabu, medo e insegurança de fazer o exame de toque retal, indicado a partir dos 40 anos. Preocupados com a ironia dos colegas, eles não sabem que o exame dura apenas 10 segundos e é mais eficiente para detectar tumores do que o Prostatic Specific Antigen (PSA).
Até 20% da população masculina pode apresentar o PSA normal, mas ter o exame de toque alterado. A maioria também não sabe que o câncer de próstata é silencioso e assintomático. A má notícia é que não há como evitá-lo e a boa é que tem cura. O mais seguro é fazer os dois exames juntos: o de toque e o PSA.
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 Enfermagem é a arte de cuidar e também uma ciência cuja essência e especificidade é o cuidado ao ser humano, individualmente, na família ou em comunidade de modo integral e holístico, desenvolvendo de forma autônoma ou em equipe atividades de promoção, proteção, prevenção e recuperação da saúde.
O conhecimento que fundamenta o cuidado de enfermagem deve ser construído na intersecção entre a filosofia, que responde à grande questão existêncial do homem, a ciência e tecnologia, tendo a lógica formal como responsável pela correção normativa e a ética, numa abordagem epistemológica efetivamente comprometida com a emancipação humana e evolução das sociedades.
No Brasil, o enfermeiro é um profissional de nível técnico e superior da área da saúde, responsável inicialmente pela promoção, prevenção e na recuperação da saúde dos indivíduos, dentro de sua comunidade. O enfermeiro é um profissional preparado para atuar em todas as áreas da saúde: assistencial, administrativa e gerencial.
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 Os endocrinologistas são médicos especialmente treinados para reconhecer e tratar problemas hormonais, ajudando a restabelecer o equilíbrio natural dos hormônios no seu corpo. Alguns endocrinologistas também trabalham com pesquisa básica, para desvendar os segredos do funcionamento das glândulas, e desenvolvem novas medicações e tratamentos para os distúrbios hormonais. A pesquisa é importante para ajudá-los a aprender as melhores maneiras de tratar seus pacientes.
O campo de atuação do endocrinologista é extremamente vasto, visto que os hormônios regulam praticamente todas as funções orgânicas, e portanto as alterações hormonais podem provocar doenças as mais variadas, envolvendo o organismo como um todo.
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 Os tumores não cancerosos do estômago não costumam causar sintomas ou problemas médicos. Por vezes, no entanto, alguns sangram ou tornam-se malignos.
Em quase 99 % dos casos de cancros do estômago, trata-se de adenocarcinomas. Outros cancros são leiomiossarcomas (um tumor maligno do músculo liso) e linfomas.
O cancro gástrico é mais frequente em adultos. Menos de 25 % dos referidos cancros ocorre em pessoas com menos de 50 anos. O cancro do estômago é extremamente frequente no Japão, na China, no Chile e na Islândia, enquanto nos Estados Unidos, onde este cancro afecta 8 em cada 100 000 pessoas, a sua incidência está a diminuir por razões desconhecidas.
Causas
O cancro do estômago começa muitas vezes num sítio onde existe uma inflamação da mucosa. No entanto, muitos especialistas crêem que tal inflamação é mais uma consequência do que a causa do cancro.
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 "A azia é uma sensação de queimação causada por processo irritativo ou inflamatório do esôfago, em conseqüência das agressões sofridas por uma alimentação inadequada".
O médico e especialista em clínica e cirurgia do aparelho digestivo, Dr. Lincoln Lopes Ferreira, explica que quando o esôfago for agredido de alguma forma vai aparecer a sensação de azia, que pode ocorrer por causa de alimentos irritantes, condimentados, picantes, ácidos, etc.
A azia é observada devido à acidez do estômago que reflui para dentro do esôfago. Isto ocorre sempre quando a musculatura da junção do esôfago com o estômago não funciona adequadamente como nos casos de pessoas que apresenta a chamada hérnia de hiato.
Neste tipo de situação é muito comum aparecer este tipo de refluxo, mal tolerado pelo esôfago que inflama e leva a azia, explica.
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 O contato com a Medicina fica mais freqüente na terceira idade. Não é raro começarmos a nos preocupar com a saúde após os 40 anos e então passarmos a ter os primeiros contatos com o médico.
Uma situação, por exemplo, que freqüentemente nos leva ao médico pela primeira vez, é a pressão alta (hipertensão), relacionada sempre a uma série de circunstâncias muito diferentes e que necessita, por sua vez, de cuidados que vão alterar o nosso dia-a-dia.
Na terceira idade há uma tendência ao acúmulo de doenças crônicas, na sua grande maioria benignas e fáceis de serem controladas. A artrose, por exemplo, é doença que acomete com muita freqüência o idoso, e que pode se somar a outras manifestações como a pressão alta ou o diabetes. O médico deve administrar a situação de doença com a participação do idoso, bem como a de seus familiares, fornecendo o máximo de informações possíveis.
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 A dor é um fenômeno subjetivo e complexo que sempre deve ser avaliada com muito critério. É o sintoma que mais freqüentemente leva uma pessoa a procurar assistência médica e ocorre com muita freqüência na doença reumática. Na terceira idade há uma diminuição da sensibilidade à dor, desta maneira qualquer tipo de dor deve ser sempre valorizada.
A dor é um sinal de alarme de que algo está agredindo o organismo. Quando surge subitamente, geralmente vem acompanhada de aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial. Quando a dor é crônica, existente há meses, pode produzir desânimo, depressão, perda de apetite, alterações do sono, e até constipação.
O estado emocional influencia a sensação dolorosa. Freqüentemente a dor se deve a uma somatização de problemas psicológicos mal resolvidos. O estado depressivo acentua o quadro doloroso que por sua vez piora a depressão.
Na terceira idade se destacam as dores reumáticas, as dores nas costas, as dores abdominais e as dores da face. A dor de cabeça deve ser sempre muito bem avaliada.
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 É uma doença inflamatória de causa desconhecida. Para que se desencadeie a doença, agentes externos desconhecidos (vírus, bactérias, agentes químicos, radiação ultravioleta) entram em contato com o sistema imune de um indivíduo que está com vários genes erradamente induzindo produção inadequada de anticorpos.
Estes anticorpos são dirigidos contra constituintes normais (auto-anticorpos) provocando lesões nos tecidos e também alterações nas células sangüíneas.
É uma doença razoavelmente comum no consultório dos reumatologistas. Melhor conhecimento médico e avanço em métodos diagnósticos devem ser os motivos pelos quais o lupus Eritematoso Sistêmico tem sido diagnosticado com mais freqüência e seu prognóstico é muito melhor do que há 15 anos atrás.
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