Zika Vírus - Sintomas e Tratamento

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Transmitido por um mosquito já bem conhecido dos brasileiros, o Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre deste ano, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.
Porém, no dia 28 de novembro o Ministério da Saúde confirmou que quando gestantes são infectadas por este vírus podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode vir associada a danos mentais, visuais e auditivos.
A chegada do vírus ao Brasil elevou o número de nascimentos de crianças com microcefalia de 147, no ano passado, para mais de duas mil crianças este ano. Por enquanto, na maioria destes casos, a relação com o Zika ainda está sendo investigada. Os casos de microcefalia relacionados a gestantes infectadas pelo vírus foram confirmados em 134 crianças que nasceram com a malformação. O Nordeste do país concentra o maior número de registros.
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Microcefalia tem cura?

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O que é Microcefalia?
Microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça da pessoa é significativamente menor do que a de outros da mesma idade e sexo. Microcefalia normalmente é diagnosticada no começo da vida e é resultado do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento.
Crianças com microcefalia tem problemas de desenvolvimento. Não há tratamentos para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma série de problemas genéticos ou ambientais.

Causas
Microcefalia é o resultado de um crescimento anormal do cérebro que pode ocorrer no útero ou na infância. Microcefalia pode ser genética. Algumas outras causas são:
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O perigo dos óculos prontos

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Especialista alerta sobre os riscos para a saúde visual
Não é novidade que os óculos de grau continuam sendo vendidos sem receita médica. Os produtos podem ser encontrados com facilidade em farmácias, supermercados, camelôs e até em lojas de conveniência, os quais possuem grau aproximado ao indicado pelo médico. A venda dos mesmos é proibida, mesmo assim, alguns estabelecimentos comerciais insistem no negócio.
De acordo com o Conselheiro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia e consultor do Instituto Varilux da Visão, Dr. Marcus Sáfady, as pessoas devem ficar atentas, pois a utilização desses tipos de óculos pode intensificar o problema. “A correção ocular precisa ser feita de forma adequada, pois o uso frequente de óculos que não estão de acordo com o grau que o oftalmologista receita pode agravar os distúrbios visuais", explica Sáfady.
O médico ressalta ainda que a utilização contínua de óculos com baixa qualidade pode ocasionar a impressão de que o problema de visão está sendo solucionado, o que pode adiar o diagnóstico de doenças silenciosas. “O glaucoma, por exemplo, é uma doença que não causa sintomas no seu inicio. O paciente pode achar que está tratando a doença com o uso de óculos sem receita, mas está retardando o início do tratamento correto”, alerta Sáfady, acrescentando que, as lentes oftálmicas devem seguir determinados padrões.
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Óleo de café possui atividade anti-celulite

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É necessário mais de 10 quilos do grão pra fazer 1 litro do óleo. Parceria entre faculdade de SP e cooperativa de MG transforma café em produtos de beleza.
Foi se o tempo que os grãos serviam apenas para um simples cafezinho.
A indústria aproveita a fruta como matéria prima para os mais variados produtos. Cerveja, chocolate, medicamentos para dor de cabeça que usam cafeína na composição, e até cosméticos.
Uma parceria entre a Unesp de Araraquara e a cooperativa de Guaxupé aproveitou os compostos que fazem bem a saúde e transformou café em produto de beleza.
Em um laboratório em Guaxupé, os grãos de café são prensados. A máquina consegue extrair 25 litros de óleo de café por mês. E cada litro custa quase R$ 400.
“O grão de café é uma das sementes oleaginosas mais difíceis para se extrair o óleo. Então hoje a gente utiliza em torno de 12 a 15 quilos de café pra 1 litro de óleo”, explica o engenheiro de produção Marcelo Casagrande. Mas é um óleo concentrado, não precisa ser usado em grandes quantidades para a produção de cremes. E conserva o ácido linoleico, o famoso ômega 6, importante para a saúde da pele.
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Pacientes fazem fila em busca de remédio contra o câncer

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Pacientes e parentes formaram fila na USP de São Carlos, no interior paulista, em busca de fosfoetanolamina sintética, substância que seria capaz de combater o câncer. Estudos com a droga começaram no início dos anos 90, coordenados pelo professor Gilberto Orivaldo Chierice, atualmente aposentado.

A procura foi registrada após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reconsiderar a decisão que proibia a distribuição. Diante disso, mais de 700 liminares já concedidas em primeira instância voltaram a ter validade.
A grande procura - que levou à distribuição de senhas e o temor de que aumente ainda mais o número de interessados - fez com que a Universidade de São Paulo (USP) divulgasse um comunicado.
A instituição alega que não é indústria química ou farmacêutica e não tem condições de atender demanda em larga escala.
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Pesquisa sobre Sepse

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As recomendações atuais sobre a sepse (conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção) devem ser repensadas. Os cuidados, que podem ajudar a reduzir a causa de 1/3 de todas as mortes hospitalares, devem ser focados para a sua diminuição, envolvendo pesquisa, treinamento e sensibilização de setores da sociedade.


Em uma novo estudo publicado no periódico The Lancet Infectious Diseases, o professor Jonathan Cohen, da Brighton & Sussex Medical School (Reino Unido), descreve o estado atual da investigação sobre esta condição, ainda pouco compreendida, e apontam áreas prioritárias para futuras investigações. “A sepse é tanto um dos mais conhecidos, quanto um dos distúrbios mais mal compreendidos. É uma das condições médicas mais complicadas na rotina da prática clínica”.


A equipe da Brighton & Sussex Medical School apresentou um roteiro para futuras pesquisas em sepse, destacando uma série de fatores críticos que precisam mudar para melhorar o tratamento e diagnóstico de sepse. As recomendações incluem priorização nas pesquisas de biomarcadores, o que permitiria o diagnóstico mais rápido; melhor educação dos profissionais e sensibilizar a opinião pública para garantir o reconhecimento mais cedo da doença; repensar o foco dos ensaios clínicos; reconhecer que a sepse afeta pacientes de diferentes formas e usar a genética moderna para desenvolver tratamentos direcionados (medicina personalizada); e garantir que as universidades e as empresas farmacêuticas não abandonem a investigação de novos tratamentos e novas drogas.

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Viagra feminino

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A agência americana destinada ao controle de alimentos e remédios, a FDA, regulamentou em 18 de agosto de 2015 o primeiro medicamento desenvolvido para estimular a libido feminina -- a flibanserina
A FDA, agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, aprovou nesta terça-feira (18/08) o primeiro remédio indicado para tratar a falta de desejo sexual feminino, um "viagra feminino". O Addyi (nome comercial para a flibanserina) atua na liberação de neurotransmissores cerebrais responsáveis pelo desejo sexual, como a dopamina.
O medicamento é indicado apenas para mulheres na fase da pré-menopausa com disfunção sexual adquirida e crônica, ou seja, quando a falta de libido ocorre em uma paciente que não tinha o problema anteriormente e persiste independentemente do tipo de atividade sexual, da situação ou do parceiro sexual.
A FDA alerta, no entanto, para os possíveis efeitos colaterais do medicamento principalmente se o seu uso for associado ao consumo de álcool. Nesses casos, a paciente pode apresentar severa queda de pressão e perda de consciência.
 

Artrite reumatóide

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Para quase 2 milhões de brasileiros, viver é uma experiência dolorosa. Esse é o número estimado de pacientes de uma doença crônica progressiva que, se não diagnosticada a tempo, pode incapacitar, provocar deformidades e roubar a qualidade de vida de homens e mulheres no auge da fase produtiva. Caracterizada principalmente pela dor e pela fadiga, a artrite reumatoide atinge de 0,4% a 1% da população mundial e, como as causas não são completamente conhecidas, ainda é uma enfermidade incurável.

A boa notícia é que, nos últimos anos, o arsenal farmacológico e terapêutico tem melhorado os prognósticos desse problema autoimune, e pesquisadores estão alcançando resultados promissores na busca de medicamentos mais eficientes para enfrentá-lo. O Estado de Minas publica, a partir deste domingo, quatro reportagens sobre o assunto.

Em um passado não muito remoto, fazer tratamento de artrite reumatoide significava, necessariamente, sofrer efeitos colaterais piores que os da própria doença – a única terapia eram doses cavalares de corticoide – e desenvolver deformidades irreversíveis, principalmente nos dedos. No fim da década de 1990, a chegada dos medicamentos modificadores da resposta biológica transformou o curso da enfermidade. As drogas modernas são capazes de desacelerar a progressão da artrite e prevenir os danos nas articulações – hoje, se a cura é impossível, busca-se, contudo, a remissão – quando a doença ainda existe, mas em estado dormente.
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Entenda os riscos do hidrogel

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A apresentadora Andressa Urach está internada devido infecção nas pernas, local em que fez aplicação da substância.
O cirurgião plástico Alexandre Kataoka, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica as principais informações sobre o hidrogel, substância que pode ter causado infecção na apresentadora Andressa Urach.
1 . O que é hidrogel?
É um produto sintético que foi criado para preencher pequenas deformidades na pele ou no músculo. Diversas marcas produzem a substância, que pode ser permanente ou absorvida pelo organismo.
2. É permitido usar hidrogel para fins estéticos?
Sim, a substância é liberada pela Anvisa. A Sociedade Brasileira de Dermatologia, no entanto, já alertou que o Polimetil Metafilato, um dos tipos de géis usados para fins estéticos, deve ser usado com cautela, pois ainda faltam estudos sobre seus riscos.
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