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Alimentos que ajudam a dormir

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Para muitas pessoas, à hora de dormir é a mais prazerosa do dia, já outras pessoas sofrem com a perda de sono. A insônia é mais comum do que se imagina, de quatro em cada dez pessoas não dormem bem ou não conseguem ter uma noite de sono completa.

A alimentação pode prevenir e ajudar no tratamento da insônia. “Os insones devem evitar alimentos e bebidas, como pimenta, café, refrigerantes a base de cola, chocolate, chá mate, chá preto, canela, gengibre, alimentos gordurosos como carnes vermelhas e massas com excesso de molho”, afirma a nutróloga Liliane Oppermann.

A quantidade de comida ingerida ou a falta da mesma antes de dormir também pode influenciar no sono. “Uma pequena dose de álcool pode até induzir ao sono, porém o sono acaba não sendo produtivo e se a dose for maior, além de prejudicar o sono, a respiração também acaba sendo afetada”, explica a médica.

8 alimentos que ajudam a combater a insônia

Alface - A alface é um alimento reconhecido por sua propriedade calmante e indutora do sono, a melhor forma de consumi-la é no jantar com molho de iogurte natural e ervas finas.

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Alimentos funcionais

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O que são alimentos funcionais e como eles podem ajudar sua saúde
Linhaça, nozes, peixes, casca de uva, cebola, soja, amendoim, frutas frescas e hortaliças. O que essa seqüência de alimentos tem em comum? Todos eles são portadores de propriedades funcionais, ou seja, carregam diferentes substâncias bioativas que auxiliam na prevenção ou no tratamento de diversas doenças, além de colaborarem com a promoção da saúde, mantendo as funções normais do organismo. A tabela abaixo ilustra alguns exemplos de compostos presentes em certos alimentos e seus respectivos benefícios a quem os ingere:
 
Ácidos Graxos 

Ômega 3 e 6
Óleo de canola, linhaça, nozes e peixes de águas frias e com alto teor de gordura, como salmão e sardinha
Aumentam a capacidade de defesa do organismo e auxiliam no controle hormonal do estrógeno
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Reduza o colesterol

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Colesterol alto é sempre sinal de problemas. Quase sempre ele está associado à ocorrência de doenças cardiovasculares, infarto e até derrame cerebral. No entanto, por meio de uma dieta saudável, é possível reduzir o nível desse tipo de gordura na corrente sanguínea.
 
Na verdade, conforme explica Raquel Botelho, professora de nutrição da Universidade de Brasília (UNB), a alimentação, associada à prática de exercícios físicos, pode ajudar tanto a diminuir a taxa do colesterol ruim (LDL) como a aumentar a concentração do bom (HDL).
 
O primeiro é considerado nocivo por aderir às paredes das artérias e dificultar a passagem do sangue. O segundo, por outro lado, é benéfico porque realiza o movimento inverso: ajuda, sobretudo, a remover o excesso de gordura e a levá-lo para o fígado, onde este será metabolizado e eliminado.
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Alergia alimentar

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Comer amendoim, camarão, chocolate ou tomar um copo de leite são situações normais para maioria das pessoas. No entanto, para algumas delas o consumo desses itens significa ter que enfrentar sintomas desagradáveis, decorrentes de processos alérgicos.
 
Renata Pinotti, professora do curso de nutrição da Universidade Metodista de São Paulo, explica que este tipo de alergia ocorre a partir de reações adversas do sistema imunológico a determinados alimentos, ou seja, nosso organismo passa a considerá-los como agentes invasores e começa a atacá-los. “Em função disso, tais distúrbios costumam desencadear problemas gastrintestinais (vômitos em jato, diarréia com sangue ou não), cutâneos (dermatite atópica, urticárias, edema de lábio) e respiratórios (asma, choque anafilático)”, especifica
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Alimentação do idoso segundo a roda dos alimentos

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A roda dos alimentos é formada por seis grupos distintos consoante as suas características nutricionais. Todos os alimentos essenciais de cada grupo precisam de entrar na alimentação do idoso. No entanto, estes indivíduos têm muitas vezes dificuldades de mastigação devido à falta de dentes, à diminuição das secreções digestivas e à hipotonia do aparelho digestivo.

Para além disso, há que escolher alimentos que assegurem a ingestão e aproveitamento óptimo dos nutrientes necessários em condições patológicas frequentes, como perturbações digestivas e da motilidade gastro-intestinal e do metabolismo intermediário, que se acompanham de estados de hipoacidez ou anacloridria, gastrite crónica, diminuição de enzimas pancreáticas e intestinais, irrigação insuficiente por arterosclerose ou insuficiência cardíaca, atrofia da parede intestinal de forma a corrigir ou compensar os efeitos da absorção e mal nutrição secundária.  
 
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