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Pediatria


Falta leite materno

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Estoques do Hospital Odilon Behrens e da Maternidade Odete Valadares, em BH, estão baixos e precisam de reforço. Mães que amamentam, não fumam e não bebem podem contribuir

Enfermeira Marzi de Abreu mostra geladeira praticamente vazia, no Odilon Behrens, onde há apenas quatro litros para alimentar bebês até terça-feira
Na porta do Banco de Leite do Hospital Municipal Odilon Behrens, no Bairro São Cristóvão, na Região Noroeste de Belo Horizonte, o cartaz adverte: “Para você é leite, para a criança é vida.” Apesar do aviso, a maternidade continua sofrendo com a escassez de leite humano. 

Ontem, havia apenas quatro litros armazenados no freezer, o suficiente para alimentar os bebês somente até terça-feira. A cada mês, são necessários 30 litros de leite materno, mas há um déficit de cerca de 30%. As doações rendem 19 litros/mês, em média. O restante é conseguido em outros bancos ou é usado o leite artificial. 
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O bebê não come?

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Às vezes os bebês comem apenas um pouco. Isto pode causar grande preocupacão nas mães que insistem que seu filho coma, mesmo que não tenha fome. 

O que acontece é que o apetite de um bebê se relaciona com suas necessidades energéticas. Quando fazem muita atividade, as crianças comem mais. Se ao contrário, gastam menos energia, não têm fome. 

Os especialistas afirmam que as variações de apetite são normais sempre que a criança se mantém ativa e cresça normalmente.
 
Além disso, se a criança comer alguma coisa fora de hora como um biscoito ou um chocolate, é provavel que na hora de almoçar não tenha apetite. 
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Ansiedade pós-parto

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A ansiedade faz parte de nossas vidas, sendo uma resposta normal e protetora aos eventos que extrapolam nossa experiência cotidiana. Ela nos faz concentrar e ajuda a evitar situações perigosas. Em suma, nos ajuda a sobreviver. 

Todas as mães sofrem de algum nível de ansiedade no período pós-parto. Contudo, por razões que não compreendemos, algumas mães são excessivamente preocupadas e experimentam um grau muito acentuado de ansiedade. Supõe-se que algumas pessoas tenham uma tendência biológica para ansiedade, sendo mais sensíveis aos efeitos dos hormônios liberados durante a ansiedade. 

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Depressão infantil

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Quem já enfrentou uma crise de Depressão sabe que este é um desafio respeitável, algo como bater de frente com um maciço elefante de tristezas e frustrações. Agora feche os olhos por um instante e tente imaginar alguém com um décimo da sua bagagem de vida tendo que enfrentar o mesmo elefante... No mínimo, uma covardia; no máximo, uma carnificina. É exatamente este tipo de ameaça que a Depressão Infantil representa.

Estima-se que a Depressão Infantil afete uma em cada 20 crianças abaixo dos 10 anos de idade. O problema maior (e o grande risco) está no fato de muitas de suas manifestações serem absolutamente diferentes daquelas observadas em pessoas adultas. Já presenciei casos de crianças rotuladas como difíceis e mal-educadas, quando, na verdade, estavam sofrendo de crises depressivas severas. E ninguém parecia estar entendendo coisa alguma.

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Febre infantil

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A elevação da temperatura corporal nas crianças é sempre motivo de angústia e preocupação para os pais, principalmente para os ‘marinheiros de primeira viagem’. E não é para menos: mais da metade dos pacientes levados a um serviço de emergência pediátrica são por causa de febre. O erro cometido pela maioria dos pais e responsáveis é julgar a febre como uma doença e não como um sintoma. 

O estado febril, na verdade, é um sinal de que alguma coisa não está normal. Na maior parte dos casos, a temperatura sobe como resposta a uma infecção, ou seja, a presença da febre mostra que o organismo da criança está lutando para combater o agente da infecção, que pode ser uma bactéria ou um vírus. 

Neste caso, a febre é um bom sinal, pois funciona como um mecanismo de defesa, indicando que o sistema imunológico está reagindo à agressão. Algumas vacinas também podem dar febre, como a tríplice (difteria, tétano e coqueluche) e a vacina contra sarampo. Mas essas reações não devem desestimular o uso das vacinas, que são fundamentais para todas as crianças.
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