Home Homeopatia Mulher e a compulsão pelo consumo: causas e tratamento com florais

Mulher e a compulsão pelo consumo: causas e tratamento com florais

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Psicóloga Luciane GerodettiA compulsão pelo consumo de bolsas, roupas, sapatos, maquiagem é extremamente associada ao universo feminino. Filmes e personagens em novelas exploram bastante o estereótipo da mulher que gasta muito em compras e tratamentos, como a personagem Melissa, vivida por Christiane Torloni na novela “Caminho das Índias”, da TV Globo.

Mas, o que pode explicar essa compulsão ao consumismo? Como controlar os gastos, principalmente em época de crise econômica e a perspectiva de redução de renda? Como controlar o dinheiro e aprender a concretizar outros planos de vida?

A psicóloga, terapeuta floral e criadora do sistema Essências Florais da Chapada Diamantina, Luciane Gerodetti explica que o consumo é sempre reflexo de uma tentativa de autoexpressão. “A mulher compra uma roupa, bolsa ou sapato para se expressar, se colocar no mundo da maneira que ela julga adequada ou necessária, seja para os outros ou para si mesma”. Quando esse processo é realizado de forma equilibrada é extremamente sadio e positivo, podendo inclusive ser o reflexo de uma autotransformação.

“Mas, expressão é o contrário de depressão. Toda pessoa deprimida tem dificuldade em expressar-se e o consumo pode vir como uma tentativa de equilibrar essa disfunção. Tem aquelas que chegam a dizer que preferem ir às compras ao invés de fazer uma terapia. E aí começa o problema”, ressalta Luciane.

A compulsão por consumir pode ser vista como um pedido de socorro, quando o mundo externo – o ter - é visto como uma tábua de salvação para livrar-se de um universo interior caótico e dolorido. “Isso demonstra claramente que essa pessoa está muito mais identificada com rótulos do que conteúdos, podendo ser o resultado de uma autoconfiança fragilizada, de insegurança, relacionamentos vazios e falta de autoconhecimento”, completa a psicóloga.

Consumo para tapar buracos

Esse mecanismo de “compensação” é muito similar ao processo da compulsão alimentar. “Existe uma dor que é como se fosse um buraco por dentro e ele precisa ser fechado para que a pessoa não sinta que pode cair dentro dele a qualquer momento, então o consumo surge como uma possibilidade: ‘vamos encher esse buraco de coisas!’, o que claramente é um engano”, enfatiza Luciane.

As pessoas que entram nesse ciclo vicioso não precisam necessariamente estar numa depressão extrema. “Nos casos mais comuns de consumo compulsivo, o que predomina é a falta de autoconhecimento, falta de saber quem se é de fato e persiste-se na tentativa de compor personagens interessantes ou que parecem mais fáceis de serem aceitos ou apreciados”, completa. “De qualquer maneira, tanto a pessoa mais deprimida quanto a que consome compulsivamente tem um buraco por dentro, e se a compulsão tornou-se um hábito, é porque alguma percepção, algum perdão, algum crescimento está faltando”, analisa.

Terapia floral contribui para o autoconhecimento

Além de investir no processo de autoconhecimento, a compulsão para o consumo pode ser tratada com terapia floral, que atua ajudando essa mulher a gostar mais de si mesma, ser mais criativa, o que a leva em direção de descobrir-se melhor, para o qual se sugere o composto AMAFLOR, a curar suas dores, a nutrir-se emocionalmente, para o qual se indica o composto CORAFLOR.

“A compulsão, como todo hábito, é um movimento de inércia, mas à medida que essa mulher começa a se centrar e equilibrar-se, algumas brechas começam a surgir nesse ciclo vicioso. Nesse sentido, o composto URGEFLOR também pode integrar o tratamento”, explica Luciane.

Outra essência bastante poderosa é a SEMPRE VIVA, que ajuda a pessoa a ganhar e aprofundar uma maior consciência sobre si mesma e o caminho da própria vida.

Saiba mais

www.essenciasfloraisbrasil.com.br

 

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