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Pacientes fazem fila em busca de remédio contra o câncer

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Pacientes e parentes formaram fila na USP de São Carlos, no interior paulista, em busca de fosfoetanolamina sintética, substância que seria capaz de combater o câncer. Estudos com a droga começaram no início dos anos 90, coordenados pelo professor Gilberto Orivaldo Chierice, atualmente aposentado.

A procura foi registrada após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reconsiderar a decisão que proibia a distribuição. Diante disso, mais de 700 liminares já concedidas em primeira instância voltaram a ter validade.
A grande procura - que levou à distribuição de senhas e o temor de que aumente ainda mais o número de interessados - fez com que a Universidade de São Paulo (USP) divulgasse um comunicado.
A instituição alega que não é indústria química ou farmacêutica e não tem condições de atender demanda em larga escala.
A droga não foi testada ainda em humanos, mas quem está tomando a fórmula garante que faz efeito. A substância também não tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas na quinta-feira passada (8/10), o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a entrega para uma paciente
 

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