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Gagueira

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Gagueira na criança A gagueira significa muitas coisas: insuficiência lingüística (criança com mais de 4 anos) ansiedade na comunicação falta de organização motora da fala

O que é importante é não fixar a gagueira: -evitar observações que dêem ênfase ao gaguejar -atitude de espanto do interlocutor (fixando: têm uma coisa errada aqui!) -evitar que a criança se exponha mais naqueles dias ou momentos em que ela está gaguejando mais.

O que ajuda: -dar o exemplo de falar com tranqüilidade, pai ou mãe ou professor falando devagar
-ontar histórias para a criança, desenvolvendo vocabulário e o modelo de fala (repetir a mesma história muitas vezes, a criança mesmo vai pedir a mesma história, repetindo e fixando palavras, expressões, idéias, pensamentos, etc. -pedir a criança que conte as histórias que ouviu, relate casos ou acontecimentos. -elogiar a criança quando se expressa bem, reforçando a fluência.


Em caso de persistência, procure um fonoaudiólogo.
Gagueira no adulto Falar é um ato, uma ação. Uma forma de expressão oral ou verbal. É um comportamento que depende de muitos fatores, como integridade dos órgão da fala, desejo ou necessidade de se comunicar, conhecimento da língua.

Há tantos modos diferentes de falar quanto a imensa variedade do ser humano. Falar é uma aprendizagem, uma ação que se aprende e se desenvolve pela vida a fora.

Gaguejar é um comportamento particular de falar, que o indivíduo desenvolve, com uma grande variável de características, tensão muscular, tensão respiratória, repetição de fonemas, alongamento de fonemas, repetição de palavras, movimentos "auxiliares" de rosto, ou de braços ou qualquer parte do corpo; movimento de fuga dos olhos e outras tantas formas diferentes quantas forem as pessoas que gaguejam.

É natural em qualquer pessoa, em algum momento, hesitar ao falar, retroceder na formulação da frase ou do pensamento; a insegurança em algumas vezes se reflete na forma de falar, assim como a raiva, o amor ou qualquer sentimento.

É natural a pessoa gaguejar em alguns momentos. A freqüência que possa ocorrer nessas hesitações, repetições, fugas é que faz a diferença.

Assim como a pessoa desenvolve a fala, também desenvolve o gaguejar. O gago vai "aprimorando" esse comportamento, sem o saber, porque com o tempo vai adicionando outros componentes a sua forma de falar, como tensão de alguma parte do corpo, movimento de piscar de olhos, etc.

Muitas vezes passa a fugir de determinadas palavras, ou situações, chegando até a afetar a sua auto-estima.

É necessária uma conscientização ou seja um levantamento minucioso da sua forma de falar, os aspectos envolvidos, posterior dessensibilização dos maus hábitos e paralelamente o estudo ou a observação dos bons padrões de fala, modelando e treinando os diferentes aspectos envolvidos.

Heloísa Miguens de Araújo é FONOAUDIÓLOGA formada em 1978 pelo Instituto Cultural Henry Dunant – RJ - Crfa. 0707 Pós Graduada em FONOAUDIOLOGIA CLÍNICA pela UNESA - RJ Pós Graduada em NEUROFISIOLOGIA pelo IBMR-RJ Master Practitioner em PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA pelo INAp Habilitada e Certificada pela FUNDAÇÃO LEE SILVERMAN para tratamento da voz. 
 

 

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