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Seu filho tem problemas com leitura?

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Seu(a) filho(a) tem problemas com leitura? Tem dificuldade em memorizar e compreender o que lê? Queixa de dores de cabeça, cansaço ou outros sintomas físicos quando está diante de algum texto? Omite ou “salta” palavras quando lê? Então, ele pode ter um tipo específico de distúrbio do processamento perceptual, que é chamado Síndrome de Sensibilidade Escotópica (SEE), Sídrome de Irlen ou Dislexia de Leitura.

As pessoas que apresentam tal síndrome relatam que a luminosidade, o contraste, o tamanho da impressão, o trabalho e o esforço de compreensão afetam negativamente o desempenho na leitura, bem como na realização de outras tarefas (por se tratar de uma distorção visual). Essa síndrome pode ou não estar associada a outras dificuldades de aprendizagem tais como: Déficit de atenção e Hiperatividade, problemas comportamentais e emocionais, sensibilidade à luz (fotofobia), dislexia, certas condições visuais médicas, entre outras.

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Aprendendo a lidar melhor com o filho adolescente

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A passagem para a vida adulta é um momento de crise tanto para os adolescentes, como para os pais deles. Nessa fase, além de enfrentarem inúmeras mudanças físicas, os jovens vivenciam transformações importantes em sua maneira de encarar o mundo.
 
“Isso sempre os leva a rejeitar o ‘antigo’, isto é, as formas de pensar e se comportar dos familiares, tendo em vista a busca de seu desenvolvimento pessoal”, explica a psicóloga Beatriz Accioly. Segundo a terapeuta, tal distanciamento é algo particularmente difícil de encarar por parte dos genitores, pois estes são levados a “se despedir” do filho-criança e a se relacionar com o adulto que começa a aparecer.
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Seu filho perdeu o interesse pelos estudos

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A adolescência é um período importante do desenvolvimento humano, porém uma fase muito conturbada e sofrida, tanto para o adolescente quanto para os pais. É uma fase de evolução, na qual se busca uma nova forma de visão de si e do mundo.

Neste período ocorrem mudanças físicas, psicológicas e sociais, onde o adolescente estabelece novas relações. “Podemos dizer que adolescência é sinônimo de crise, pois em busca da identidade adulta, ele passa por um período ‘turbulento’”, explica a psicóloga Alaide Degani de Cantone, coordenadora do CEPPS (Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde).
 
Diante disso, é possível ocorrer desinteresse pelos estudos, principalmente por causa das dificuldades da fase escolar: horários, tarefas, necessidade de atenção e concentração, estudos para as provas e preparação de seminários etc.
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Ansiedade em adolescentes

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Muito se ouve sobre a adolescência e muitas dúvidas ainda permeiam a sociedade. Afinal, o que é a adolescência? Alguns autores privilegiam a idade como um critério classificatório.
 No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente define esta fase como característica dos 13 aos 18 anos de idade. Aqui, abordaremos a adolescência como uma fase da vida onde ocorrem mudanças na maturação física e biológica, no ajustamento psicológico e social do indivíduo.

Durante o seu desenvolvimento, os jovens passam por diversas adaptações, onde precisam enfrentar problemas reais ou situações imaginárias diferentes das que já enfrentaram.

A adolescência é uma fase evolutiva na vida do ser humano onde se busca uma nova visão de si e do mundo; uma reedição de todo desenvolvimento infantil visando definir o caráter social, sexual, ideológico e vocacional.

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Anorexia e Bulimia

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Os transtornos alimentares caracterizam-se por uma grave perturbação do comportamento alimentar que traz diversos prejuízos ao indivíduo. Nas últimas décadas a incidência de tais transtornos aumentou enormemente. Um dos fatores relacionados é o sócio-cultural, isto é, os valores presentes na sociedade.
 
Através da mídia são transmitidos modelos de forma física e aparência caracterizados pela magreza. A mensagem de que a beleza, felicidade e autovalor associam-se a um corpo magro é constante, podendo gerar preocupações extremas com o peso e formato corporal. Nesse contexto, algumas pessoas procuram-se adequar a esse padrão de beleza, visando serem aceitas e valorizadas. 

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Depressão

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Depressão é o nome atribuído a um conjunto de alterações comportamentais, emocionais e de pensamento, tais como, afastamento do convívio social, perda de interesse nas atividades profissionais, acadêmicas e lúdicas, perda do prazer nas relações interpessoais, sentimento de culpa ou autodepreciação, baixa auto-estima, desesperança, apetite e sono alterados, sensação de falta de energia e dificuldade de concentração. Tais alterações tornando-se crônicas trazem prejuízos significativos em várias áreas da vida de uma pessoa. Aquele que está deprimido vê o mundo de forma diferente, sente a realidade de forma diferente e manifesta suas emoções de uma forma diferente. 

Não é um simples estado de tristeza, de “estar na fossa” ou de baixo astral. É um estado corporal indesejável e constante, acompanhado de mudanças comportamentais que independem da vontade daquele que os experiencia. E algo extremamente preocupante é a alta correlação entre depressão e suicídio.
 
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Por que as pessoas mentem?

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De acordo com o dicionário Howaiss, mentira significa “dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso); dar informação falsa (a alguém) a fim de induzir ao erro, não corresponder a (aquilo que se espera); falhar, faltar, errar, causar ilusão a; dissimular a verdade; enganar, iludir, não revelar; esconder, ocultar. Tais definições, no entanto, pouco dizem sobre os porquês da mentira.
 
Por isso, vamos apresentar uma definição relacional (que leve em consideração o seu contexto), a partir do conceito de comportamento verbal. Beckert (2004) propõe que mentiras, promessas não cumpridas e omissões podem ser compreendidas quando se investiga a relação entre o comportamento verbal – o que se diz – e o comportamento não-verbal – o que se faz. 

É o comportamento verbal, habilidade altamente desenvolvida, que nos distingue de outras espécies animais, permite solução mais rápida para problemas comuns à espécie ou ao grupo e possibilita transmissão de práticas culturais. Por comportamento verbal, entendemos todo comportamento (ação) de uma pessoa que produz efeitos noutra pessoa antes de produzir efeitos no meio. Por exemplo, uma pessoa que sinta calor pode pedir a outra que ligue o aparelho de ar-condicionado, no lugar dela mesma ligar. Seu comportamento (verbal), ou seja, sua solicitação agiu sobre outra pessoa e esta pessoa modificou o meio em que ambas se encontravam. 
 
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Por que maltratamos as pessoas que gostamos?

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“As palavras são como flechas lançadas, uma vez atiradas não voltam”. Provérbio oriental 
Por que maltratamos as pessoas que gostamos, que amamos, que fazem grandes sacrifícios na convivência no nosso dia-a-dia? Tanto como pai, esposo, filho e nos meus vinte anos como terapeuta, professor e gerente de recursos humanos já conheci muitos casos que sempre me deixaram indignado. 

Será que não sabemos ou não queremos gostar das pessoas ou não deixamos as pessoas gostarem de nós? Será que não gostamos de nós mesmos? Será que no fundo sofremos de uma baixa auto-estima que compensamos nas relações familiares, amorosas, na amizade e no trabalho? Parece que uma boa resposta é que não aprendemos a gostar de nós mesmos, por mais absurdo que possa parecer. Milton Erickson eminente psicoterapeuta americano dizia que o segredo de uma vida com qualidade está no que e como aprendemos. 

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Sou gerente, e agora?

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José trabalha numa empresa de informática que desenvolve softwares para venda e faz a manutenção dos sistemas. Sempre foi dedicado e busca estar sempre atualizado. Assim, dominava as ferramentas de informática mais modernas e desenvolvia aplicativos que atendiam muito bem a sua clientela. Daí para o reconhecimento interno na organização foi um pequeno passo. 

Inicialmente, foi chamado para opinar em reuniões técnicas, dado seu conhecimento aprofundado. Depois, recebeu a incumbência de desenvolver com mais três programadores um novo software. Cada um fez sua parte dentro dos prazos e tudo ficou pronto na forma como se queria. Ponto para o José! 

Então, chegou o dia em que lhe deram um projeto inteiro sob sua responsabilidade! Saiu radiante! Mil idéias, pronto para colocar tudo no papel, discutir com as pessoas sobre o que cada um devia fazer e começar a programar, algo que ele gostava muito. Acreditava que aquele seria seu maior projeto. 

As coisas começaram bem, havia 12 pessoas para trabalhar com ele, equipamentos e a descrição das necessidades do cliente. À medida que o projeto prosseguia, José começava a sentir dificuldades, pois toda hora ele tinha de parar sua atividade para resolver questões como atrasos ou faltas ao serviço, pedidos da equipe pouco relacionados ao trabalho, equipamento que estragou, comunicar decisões e metas, trabalhos que deveriam ser refeitos, entender por que o que deveria ser feito não o foi, e assim por diante. 
 
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Tenho culpa?

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Companheira inseparável das mazelas humanas desde que o homem convive socialmente, ela, a CULPA é parte integrante do crescimento individual de qualquer indivíduo, e velha conhecida de qualquer psicoterapeuta. 

A questão do “por que sentimos culpa” não se deve exclusivamente à pessoa que sofre com ela. A culpa é uma questão de relação entre indivíduos, que transcende qualquer tipo de análise que possa ser focada unicamente na pessoa que a sente. 

Gostaria de abordar neste texto as condições envolvidas para o aparecimento da culpa e como ela se mantém no comportamento dos indivíduos ao longo de suas vidas. Talvez o mais difundido comportamento social da espécie humana seja a punição. Punimos porque estamos zangados com uma pessoa, punimos a mesma pessoa porque estamos zangados com outra, punimos porque amamos alguém e isso é para o bem dessa pessoa. Punimos abertamente, punimos nas entrelinhas com palavras, entonação, olhares, e punimos aquilo que as pessoas fazem em proveito próprio, mas que nos prejudica de alguma forma. Punimos dando e retirando nosso afeto. 
 
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