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Doenças do sono

Dormir bem tem se tornado um privilégio de poucos

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A competitividade profissional, estresse, poluição sonora, obesidade e outros fatores têm aumentado as queixas de problemas relacionados ao sono. Os três principais distúrbios são insônia, roncos e apnéias. Há, no entanto, uma série de comportamentos que podem influenciar positivamente e melhorar a qualidade desse repouso tão necessário. 

A insônia é o problema mais comum no mundo inteiro. É caracterizado pela dificuldade de dormir e manter o sono. Segundo Andréia Julião, neurofisiologista clínica integrante da Associação Brasileira do Sono, essa doença começa de forma situacional. “Algum problema grave desencadeia preocupações e gera dificuldade de dormir. Depois de algum tempo, a pessoa começa a se preocupar se vai conseguir dormir, o que é péssimo, e assim a insônia se torna crônica”, explica a especialista. 
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Bons e maus hábitos

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Crie um ritual agradável para a hora de dormir. Tente meditação, relaxamento, oração, ou outra técnica de controle da tensão. A leitura não relacionada com trabalho ou problemas é bom hábito.

Não olhe o relógio cada vez que acordar
Este mau hábito acrescenta sofrimento à tortura de uma eventual noite de insônia. Se seu relógio for daqueles com mostrador luminoso cubra-o ou deixe-o virado para o outro lado. 

Leve em conta o efeito do exercício
Um programa constante de exercício melhora o sono, e por isso atletas têm sono mais profundo. Entretanto, um único dia de exercício pode tornar o sono superficial. O melhor horário para exercício seria até 6 horas antes de deitar. Uma questão que ainda intriga os pesquisadores é que pessoas que passam vários dias de cama também sofrem aumento de sono profundo, como os atletas. 
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Noites mal dormidas

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Com no mínimo de 8 horas de sono, você pode diminuir o risco de desenvolver algumas doenças e não perder a farra.
 
Dormir pouco pode baixar as defesas do corpo, pois afeta o funcionamento do sistema imunológico.

O otorrinolaringologista especialista em sono e apnéia, José Antônio Pinto, da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial) explica que, quando não dormimos, estamos mais suscetíveis a desenvolver doenças causadas tanto por vírus quanto por bactérias. "A privação de sono gera uma resposta imunológica insuficiente e torna o organismo mais suscetível a doenças de uma forma geral. 

Desse modo, compromete importantes funções do sistema imunológico, tais como fagocitose e produção de anticorpos, o que facilita, principalmente, as infecções respiratórias, muito comuns durante o verão por causa dos abusos", diz. Sendo assim, temos mais chances de desenvolver resfriados, inflamações e até sofrer alterações de humor, irritabilidade, ter dificuldade de concentração e fadiga. 
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